Cola na CrisR: Whole30 - Alimentos que interferem

7 de novembro de 2019

Whole30 - Alimentos que interferem




Agora chegou a hora de falarmos sobre os alimentos que interferem no seu apetite, tornam o metabolismo mais lento, prejudicam o intestino e sobrecarregam o sistema imunológico. 

Vamos revelar logo quais são:

  • Açúcar adicionado.
  • Adoçantes artificiais. 
  • Álcool. 
  • Todos os grãos e cereais (inclusive os integrais). 
  • Leguminosas, incluindo amendoim e soja. 
  • Praticamente todas as formas de laticínios. 

Não entre em pânico. Sabemos que há vários alimentos nesses grupos que nos dão prazer. Talvez alguns dos seus preferidos. Ou todos os seus alimentos preferidos. Talvez você já tenha entrado em pânico. Deve estar pensando: “Não vou conseguir.” E possivelmente você acredita que não pode viver sem. Pode até estar dizendo coisas nada agradáveis sobre nós neste momento. Tudo bem. Manda ver. Uma coisa garantimos: você pode viver sem. E vai conseguir. Nós vamos ajudá-lo. Vamos fornecer todas as informações, o apoio e os recursos necessários. Ensinaremos a viver sem esses alimentos prejudiciais. Vamos lhe apresentar seus novos alimentos preferidos – alimentos igualmente deliciosos, ainda mais satisfatórios e que não desencadeiam aquele terrível ciclo de desejo-consumo excessivo-fome-remorso do qual você está tão desesperado para se livrar. 
O programa Whole30 pode lhe proporcionar liberdade em relação à comida.
É só continuar a leitura com a mente aberta. 




Nós chamamos a implacável demanda do cérebro por açúcar e carboidratos simples de:

“Dragão do Açúcar”

Quanto mais o alimentamos, mais fogo ele solta pelas ventas e mais forte fica. A única forma de derrotá-lo é deixá-lo à míngua, motivo pelo qual o programa Whole30 não permite a adição de açúcar – isso não significa consumir pouco ou menos açúcar, e sim eliminá-lo totalmente.

Derrote o Dragão do Açúcar
Os açúcares adicionados não contribuem para a saúde. Mas disso você já sabia. Os açúcares adicionados, seja açúcar branco de mesa, mel, néctar de agave ou xarope de bordo, não contêm vitaminas, minerais e fitoquímicos que favorecem a boa saúde geral, mas contêm grande quantidade de calorias vazias. O açúcar adicionado estimula o consumo excessivo por meio de caminhos de prazer e recompensa no cérebro. Isso cria uma relação psicológica pouco saudável com o alimento e gera hábitos difíceis de abandonar, levando a um consumo ainda maior e à “dependência” do açúcar. Além disso, seu consumo excessivo leva à desregulação hormonal e metabólica, que, por sua vez, provoca inflamação sistêmica e distúrbios como resistência à insulina, diabetes e obesidade. O açúcar também afeta o delicado equilíbrio das bactérias intestinais, ocasionando problemas digestivos e inflamação intestinal. Adoçantes artificiais ou “não nutritivos” (sucralose, aspartame, estévia, sacarina, xilitol, maltitol, etc.) também podem suscitar disfunção metabólica contínua. Na verdade, estudos mostram que pessoas que substituem o açúcar por adoçantes artificiais não emagrecem nem aprimoram o equilíbrio hormonal. Novas pesquisas sugerem que alguns adoçantes artificiais podem ser tão prejudiciais para as bactérias intestinais quanto o açúcar! E, do ponto de vista psicológico, os adoçantes artificiais não reduzem o desejo por açúcar; pelo contrário, contribuem para a manutenção do ciclo de vontade de comer, recompensa e consumo excessivo. Se você seguir o programa ao pé da letra, os dias de fúria do Dragão do Açúcar estarão contados.


Esqueça o amendoim (e também as leguminosas e a soja)
As leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, soja e amendoim) apresentam problemas semelhantes aos dos cereais. Seus antinutrientes roubam do corpo valiosos minerais e, se esses alimentos não forem cozidos de forma adequada, podem até causar danos ao revestimento intestinal e inflamação sistêmica. O mais importante, porém, é que as leguminosas também contêm carboidratos fermentáveis, o que pode afetar negativamente as bactérias intestinais, provocando gases, inchaço, cólicas, dor e outros males digestivos. Existe ainda outra preocupação relacionada à soja e, sobretudo, aos produtos de soja processados. Trata-se da presença de compostos que se comportam como estrogênio (hormônio sexual feminino) no corpo humano. Esses compostos, classificados como fitoestrogênios ou isoflavonas, ligam-se aos receptores de estrogênio, estimulando-os (ou, em alguns tecidos, bloqueando-os). Embora as pesquisas gerais sobre produtos de soja sejam inconsistentes, em nossa visão existem algumas questões alarmantes relacionadas ao consumo de soja e seus derivados. Acreditamos que não se deva brincar com o delicado equilíbrio dos hormônios sexuais, e a ingestão de fitoestrogênios em uma “dose” desconhecida por meio do consumo de soja e derivados faz justamente isso. Por fim, o amendoim pode ser especialmente problemático, pois contém proteínas (chamadas lectinas) que são resistentes à digestão. Essas proteínas podem penetrar na corrente sanguínea e promover inflamação em qualquer parte do corpo. As lectinas podem ser o motivo que torna as alergias a amendoim tão comuns atualmente. Além disso, o amendoim contém uma quantidade elevada de aflatoxina, substância produzida por fungos que é tóxica para o fígado.




Leite, queijo e iogurte não fazem bem
Os laticínios (leite de vaca, de ovelha e de cabra) contêm fatores destinados a ajudar pequenos mamíferos (como bezerros e bebês humanos) a crescerem rapidamente. Só que esses fatores de crescimento presentes no leite e em seus derivados, combinados com outros fatores imunológicos e proteínas inflamatórias, podem não fazer bem ao organismo do ser humano adulto. A porção de carboidrato do leite (lactose), ao lado das proteínas do leite, produz uma resposta surpreendentemente alta da insulina, que poderia gerar inflamação no organismo e desencadear outros distúrbios, como obesidade e diabetes. Além disso, níveis elevados de insulina associados aos fatores de crescimento presentes nos laticínios promovem um crescimento celular descontrolado.

(Isso é importante para o bezerro, que está tentando triplicar seu peso corporal em poucos meses, mas não faz nenhum sentido para um ser humano adulto.)

Na verdade, o crescimento celular desregulado é a causa subjacente do câncer (a reprodução descontrolada de células que sofreram mutação) e o motivo pelo qual, em alguns estudos, demonstrou-se uma associação entre o consumo de laticínios e alguns tipos de câncer hormônio dependentes.

As proteínas dos laticínios também podem ser inflamatórias (em particular a caseína, que aparece concentrada no queijo) e foram associadas a um risco aumentado de doenças autoimunes, como artrite reumatoide. Por fim, fatores imunológicos e hormônios presentes nas proteínas do leite podem provocar uma reação cruzada com o sistema imunológico, levando ao agravamento, entre os adeptos do leite, de alergias sazonais, asma, acne e outras condições semelhantes.



O álcool (como o açúcar) não nos torna mais saudáveis.
Trata-se de uma substância neurotóxica, motivo pelo qual o cérebro não funciona muito bem depois de alguns drinques. É uma fonte muito concentrada de calorias (tem quase o dobro da densidade calórica do açúcar, considerando a mesma quantidade em gramas!), mas não tem valor nutricional nenhum. Além disso, o consumo de álcool muitas vezes nos leva a fazer escolhas alimentares inadequadas, cujos efeitos podem transformar aquela pizza do fim da noite em um festival de carboidratos válido por um fim de semana inteiro. E tem mais: o álcool dificulta a tarefa do organismo de controlar os níveis de glicose no sangue e ainda causa alterações no revestimento intestinal, contribuindo para sua permeabilidade e provocando inflamação, o que acaba afetando todo o corpo. Não importa se seu vício é vinho tinto, tequila, cerveja sem glúten ou vodca de batata, o denominador comum – e aquilo que o torna menos saudável – é o álcool em si.




Resumindo
Veja bem: não estamos dizendo que esses alimentos são “ruins”. Não existe julgamento de valor quando se fala em alimentos – eles não são bons ou ruins, e você não é bom ou mal por ingeri-los (ou evitá-los). Não estamos sequer dizendo que esses alimentos sejam ruins para você. Ainda não sabemos. E você também não. Sem eliminar esses alimentos, não há como saber qual é o impacto deles em seu bem-estar, sua aparência, sua vida. Consumir laticínios lhe causa inchaço ou coriza? Os grãos e cereais o deixam triste ou com a barriga inchada? Será que é sua alimentação que está fazendo você sentir dor crônica, inchando suas articulações ou prejudicando sua tireoide? A ciência sugere que é possível ser, mas a verdade é que você não sabe. Porém pode descobrir em apenas 30 dias. Basta comprometer-se a eliminar por completo esses alimentos do seu prato durante o próximo mês. Nem uma mordida, nem uma garfada, nem mesmo uma provinha. Dê ao seu corpo uma chance de restaurar seu equilíbrio natural, curar-se e recuperar-se. Dê ao seu cérebro uma chance de mudar suas preferências, criar novos hábitos e encontrar novas recompensas. Preste atenção. Veja o que muda. Faça anotações. Seja sincero. Ao final de 30 dias, você reintroduzirá esses alimentos, um grupo de cada vez, cuidadosa e sistematicamente, avaliando se e como eles provocam desequilíbrios em sua saúde. Preste atenção. Veja o que muda. Faça anotações. Seja sincero. Agora você já sabe. Em algumas semanas você vai descobrir aquilo que os meios de comunicação, outras dietas, especialistas em nutrição e até o seu médico não foram capazes de lhe indicar – a dieta perfeita para você. A dieta sustentável, satisfatória e deliciosamente libertadora. A dieta que faz você se sentir em sua melhor forma, sem abrir mão de alimentos menos saudáveis, mas consumindo-os quando, onde e com a frequência que você escolher. A dieta que foi especialmente moldada para você, porque, seguindo o nosso protocolo, a sua consciência e a sua determinação, você a criou. É o que chamamos de liberdade em relação à comida.


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Me permita te ajudar nesta jornada rumo a comida natural.
E sair desse sedentarismo.

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